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Sabia que que o risco causado pela obesidade, não diminui se você fizer exercício físico.

De acordo com um estudo, publicado no International Journal of Epidemiologypessoas magras e inativas correm um risco 30% menor de morrer do que as ativas, mas que estão acima do peso.

O estudo indica que fazer exercício regularmente não reduz o risco de morte precoce causado pelo excesso de peso.

Peter Nordstrom, professor da Universidade de Umea, na Suécia, e principal autor do estudo disse que “os resultados sugerem que ser magro – índice de massa corporal (IMC) entre 18,5 e 24,99 – no início da vida é mais importante do que a alta aptidão física, em relação à redução do risco de morte prematura”.

Fazer exercício ainda traz muitos benefícios para as pessoas obesas, mas não compensa o risco de mortalidade. Por isso, é melhor ser magro e sedentário do que estar acima do peso e ativo.

Texto de João Martins

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Sabia que …

As redes sociais podem motivá-lo a fazer exercício físico?

Um novo estudo conduzido por investigadores da Universidade da Pensilvânia e publicado na Prevention Medicine Reports, descobriu que as redes sociais podem realmente ajudá-lo a ficar mais motivado para treinar.

Os resultados indicam que mesmo uma exposição mínima nas redes sociais pode ter um forte impacto motivacional.

Mais uma vez se comprova que quando bem utilizadas, as redes sociais podem ter um bom impacto na vida das pessoas.

Relembro que a obesidade é considerada a epidemia do seculo 21 e se as redes sociais podem ajudar a combater essa epidemia, então vamos utilizá-las.

Texto de João Martins

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Sabia que …

As férias escolares atrapalham rotina de hábitos saudáveis.

Um estudo realizado na Universidade de Columbia e publicado na última edição da revista científicaJournal of School Health demonstrou que, no período de férias escolares, as crianças e os adolescentes consomem mais açúcar e menos vegetais. Além disso, os jovens também ficam mais tempo em frente à televisão do que No resto do ano.

Segundo estes resultados, o comportamento dos alunos era pior, independentemente da rendimento familiar. Nas férias, eles assistiam, em média, 20 minutos a mais de programas televisivos e consumiam 85 gramas a mais de açúcar do que estão acostumados na rotina disciplinada. Curiosamente, a quantidade de atividade física não mudou significativamente: eles praticavam apenas cinco minutos a mais de exercícios em comparação ao período letivo.

“O ambiente escolar é essencial para estimular hábitos saudáveis nos jovens, como alimentação comedida e atividade física”, disse Claire Wang, uma das principais autoras do estudo. “A partir dos nossos resultados, percebemos que as estratégias para prevenir a obesidade devem ser ampliadas para não ter efeito somente durante o ano letivo”.

Texto de João Martins

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Bebidas diet não têm calorias, mas têm outros efeitos.

Hoje em dia quando se pensa em perder peso, pensa-se logo em bebidas diet, ou 0 calorias, ou 0 por cento de açúcar, etc. .

Será que é uma boa opção? Será que as calorias que não são ingeridas, compensam os malefícios que esse tipo de bebidas provoca?

Os adoçantes alteram a forma como o nosso organismo reage à presença do açúcar no sangue. Quando ingerimos açúcar o nosso organismo aciona um mecanismo de libertação de hormonas (insulina) que vão transformar esse açúcar em energia. O problema com os adoçantes é que o mecanismo é acionado mas não há açúcar. Como o nosso organismo não encontra açúcar no sangue, a reação dele é enviar sinal ao cérebro a pedir açúcar. Outro problema que pode acontecer, e é o que provoca piores consequências (diabetes tipo II), é em vez do mecanismo de transformação de açúcar em energia pedir mais açúcar ao cérebro, ele deteta a situação como falso alarme e reduz a produção de insulina. Como resultado, quando ingerirmos novamente açúcar (hidratos de carbono) o corpo não produz quantidade suficiente de insulina para transformar o açúcar em energia, há um excesso de açúcar no sangue, e é nesse momento a pessoa está oficialmente com diabetes.

Um estudo da “American Diabetes Association” confirmou que o consumo de refrigerantes dietéticos diariamente está associado a riscos significativos de maior incidência de diabetes tipo 2 e componentes do síndrome metabolico (é um termo médico para designar o conjunto de fatores de risco fortemente relacionados com o desenvolvimento de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC), de apneia do sono).

A universidade do “Texas Healt Science Center in San Antonio”, descobriu que as pessoas que bebem refrigerantes diet ficam mais propensas a ganhar peso do que a perdê-lo. O mesmo estudo diz que, em média, os participantes do estudo, 65% tem mais probabilidade de ter excesso de peso nos próximos 7 a 8 anos, e 41% mais propensos a se tornarem obesos.

Outros estudos também comprovam que as bebidas dietéticas causam problemas dentários e problemas hepáticos devido à sua acidez ( PH 3.2).

Se é daquelas pessoas que bebe bebidas dietéticas para emagrecer ou controlar o peso, pode comprovar com este artigo que, essas bebidas, em nada contribuem para a perda de peso, e os efeitos secundários prejudicam a saúde.

Texto de João Martins

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Sabia Que …

33% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, das quais 16,8% são obesas.

A região que apresentou a maior percentagem de crianças obesas foi a Madeira (22,1%). O Algarve foi a região que revelou a menor taxa de obesidade infantil (14,7%). Por outro lado, a região dos Açores foi a que registou o maior índice de crianças na categoria de baixo peso (8,1%).

Dados da APCOI  (Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil)